terça-feira, 15 de maio de 2001

Na minha vida sempre teve bichos.

Minhas memórias de infância são rodeadas de gatos e cachorros, sem contar as galinhas da casa da tia Terezinha e da Tia Vanda!

Tupi, Xuxa, Catuxa, Filé, Bambi, Pingo e por aí vai. Lembranças da minha mãe jogando os gatinhos por cima do muro, ou aquele cheiro de gato recém nascido, comido pela própria mãe, ou pelo gato macho do pedaço.

Acho que o "gostar de bichos" tem a ver mais com meu pai. Ele sempre gostou.

E então que sempre quis ter um pet, nada de passarinhos, peixe ou lagartos; queria mesmo um cachorro. E tentei. Mas não deu certo.
O Brad foi presente da Susane, minha madrinha e "fada madrinha", mas logo engravidei e o cheiro da urina me deixava enjoada, e aí mandei ele pra minha irmã, que cuidou e o amou até sua trágica morte, causada por um atropelamento.

Nesse meio tempo tive passarinhos, que meu marido insiste em dizer deixei fugir, peixes, lagartos (contra minha vontade!), e agora tenho um gato. Um siamês de um ano e dois meses, castrado, gordo, meio arisco, "soltador de pêlo", gosta de brincar com barbantes e tiras (as engole e depois vomita!).
Magal é seu nome, era Magali, aí descobri que era macho e se tornou Magal, arranha tudo, morde meu pé. Quando filhote queria entrar no quarto de qualquer jeito e eu o afugentava com o spray de água na cara, até que ele entendeu, depois de levar um chutes do meu marido, que não podia entrar lá. Mas hoje ele entra, mas não sobe na cama enquanto meu marido está por perto. Geralmente dorme perto de mim. Ele acompanha as pessoas ao banheiro, e me faz lavar a louça de perna aberta, porque fica esparramando no tapete da pia.

Já pensei em me desfazer dele muitas vezes (MEU DEUS QUANTO PÊLO!), mas depois que a minha irmã disse que se doa-lo agora ele vai ficar procurando meu cheiro pra sempre, e isso definitivamente partiu meu coração. Ou seja, ele fica! Com ou sem pêlo!

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