quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

23 semanas :)
 
Um fato tenho constatado desde a descoberta da minha segunda gravidez; uma não é igual a outra.
 
Na primeira o sentimento regente era ansiedade, muita ansiedade. Claro que a felicidade de estar realizando um sonho, desejado e planejado, estava sempre presente; mas a ansiedade, a vontade de chegar logo, a finalização do processo que seria receber o bebê nos braços era maior que tudo. Então a noção de que aqueles nove meses de espera seriam um dos períodos mais intensos e felizes da minha vida, eu não tinha; talvez tivesse, mas não com as devidas reflexões.
 
Agora, nesta gravidez o sentimento de "milagre da vida" está mais presente, não que na primeira não tivesse, tinha, mas estava encoberto pela ansiedade. Mas a sensação de milagre, da  só apareceu depois do segundo ultrasson, quando eu vi o bebê se mexer dentro de mim.
 
È claro que eu já sabia que estava gravida, tinha todos os sintomas, fiz um ultrasson pra confirmar a gravidez, mas ainda não tinha me sentindo "gravida de verdade". Foi a partir daí que tudo começou.
Quando vi ela se mexer dentro de mim, me veio a cabeça a  famosa cena do filme "Alien, o oitavo passageiro", em que o monstrinho crek-crek sai da barriga da atriz Sigourney Weaver.
 
Não, não acho que tenho um alien dentro de mim, mas o pensamento me fez refletir na louco milagre que é a jornada da vida, pois duas celulas se somam e se dividem, e vão repetindo esse processo até formar um ser humano novinho em folha. E o melhor além de se somarem e dividirem as celulas ainda de modificam de acordo com a função que vão ter nesta maquina maravilhosa que é o corpo humano. É ou não é pra ficar abestalhada, incrédula, diante de tal façanha.
 
Sim, eu sei que isso já acontece a algum tempinho, mas pensar sobre isso nos dá a real noção do que é a força Divina que rege a nossa vida e permite essas que essa maravilha aconteça.
 
Sou do tipo que vê milagres em tudo, sempre vi. Mas o milagre da maternidade me deixa sem palavras de tão agradecida pela oportunidade que "Deus", me deu e me dá agora de vivenciar essa experiência.  
 
Obrigada Senhor pelo João que já é um mini homem cheio de personalidade e que me ensinou a mais bela lição de amor na vida, e pelo Francisco que vem para completar minha família e me ensinar entre muitas lições, se o amor de mãe multiplica ou divide.

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